Cantor, músico e compositor indicado ao Grammy Latino com sua banda Vitrola Sintética como: Melhor Artista Revelação e Engenharia de Gravação (2015); e Melhor Canção Alternativa (2016). Com a Vitrola já fez parcerias musicais com Paulo Miklos, Josyara, Roberto Mendes, Mauricio Pereira, Manoel Cordeiro e Marilina Bertoldi (Argentina).
Em carreira solo lançou “Lâmina” (2016) — com participações de Ná Ozzetti, Hélio Flanders (Vanguart), Enzo Banzo, Juliana Perdigão e Bocato; “CRU” (2018), com o violoncelista holandês Tjalle Rens — participações do rapper Xis, Lenna Bahule (Moçambique), Nástio Mosquito (Angola), Oswaldo de Camargo e Kika; e “Visão Noturna” (2020), pela Natura Musical — projeto multilinguagem com Nástio que, além do álbum, traz um romance e uma zine digital.
Lançou, em 2021, com Tulipa Ruiz e Fabio Sá, o single “Água-Viva”. Também é diretor musical (indicado ao Prêmio Shell 2019 como Melhor Música) de “Mãe Coragem”, com Bete Coelho e dirigida por Daniela Thomas; “Medeia” (2021), “Gaivota” (2022), “Ana Lívia” (2023) e “Petra” (2024/25), todas com a CIA BR116, de Bete, além de “A Anfitriã”, de Jackeline Stefanski Bernardes; “Codinome Madame”, da Nossa Companhia; e “A Morta”, de Oswald de Andrade, dirigida por Cacá Toledo.
“Embarcação” é o nome do novo álbum de Felipe Antunes que deriva da canção homônima — parceria entre Felipe e o artista e pensador mineiro, radicado em São Paulo, Salloma Salomão (que também participa da faixa). A obra remete a uma disputa histórica para as pessoas trabalhadoras e subestimadas na conta financeira da sociedade. As canções passam pelo Soul, Samba, Blues, Rock e algo de Folk ou origem caipira.
